

#7 e #8 e #9
O sétimo, oitavo e nono encontros do VIZINHANÇA aconteceram nos dias 12, 19 e 26 de junho, respectivamente.
No dia dos namorados, fomos ao Museu de História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), onde realizaremos o projeto “na trilha dos comuns”, já aprovado no Programa UFRJ na Cultura (naquele dia ainda não sabíamos disso). Quem nos guiou foi Ana Carolina e estivemos lá eu (Neilton), Laura, Anita e Ana Beatriz.
O MUHCAB fica no Centro do RJ. Então, saímos juntas da Praia Vermelha, de ônibus e VLT. Percorremos, encantados, o espaço do museu, conversamos com a bibliotecária que não lembro o nome e passamos na lojinha. Tiramos fotos lindas. Depois fizemos parte do percurso da Pequena África, com a Ana Carolina de novo nos guiando e dando uma aula de Rio de Janeiro.
Já no dia 19, estivemos juntos eu, Icaro (que não tem acento no i), Ana Beatriz e Laura. Nos reunimos no Teatro de Arena. Discutimos o Capítulo 5 do livro Ensinando a Transgredir, da bell hooks, por recomendação do Icaro. Mas, antes disso, fizemos muitas fofocas, falamos sobre o horário do VIZINHANÇA no próximo período e sobre passar café com maconha em cafeteira elétrica e combinamos de ir na festa junina da Educação Física no Fundão (o spoiler é que, uma semana depois, não fomos).
Sobre o texto, alguns destaques foram interessantes: a teoria como embasamento para qualquer intervenção (o corpo na rua), mas ela própria como uma prática; as armadilhas que caímos ao afirmar que a teoria que atravessa (ou TEM QUE atravessar) o corpo; a certeza que o colonizador já tem um atravessamento do corpo, só que esconde isso. Icaro falou da sua pesquisa sobre ocupação feminina do espaço.
Por fim, no dia 26, nos reunimos Ana Beatriz, Laura, Anita e eu para seguir a proposta das duas primeiras. Nesse dia, voltamos ao Átrio (que ameaçou ter teatro, mas não teve). A ideia era observar ao redor e fazer um registro em tecido, papel, tinta, colagem etc etc etc.
Conversamos sobre atualizações que não temos do UFRJ na Cultura e logo começamos a fazer as manualidades ouvindo música. Depois falamos um pouco sobre o que fizemos e o processo.










